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Um guia para a obra de Tito Lívio - Ab Urbe Condita Libri (Livros XXII-XXVII)

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Capa do artigo: Um guia para a obra de Tito Lívio - Ab Urbe Condita Libri (Livros XXII-XXVII)

Essa é a continuação dos índices completos da obra de Tito Lívio. O terceiro volume da coleção continua a história da Segunda Guerra Púnica, narrando os dez anos seguintes, entre 217 e 207 a.C..

Essa obra está disponível para download na Library Genesis.

O índice abaixo tem o seguinte formato:
Número da página do livro - Subtítulo do texto

Livro 22 - Os anos de 217 e 216 a.C. e a derrota na batalha de Canas

9 - Aníbal abandona seus quartéis de inverno. Cólera dos senadores contra Flamínio; cerimônias expiatórias em consequência dos prodígios (217 a.C.)
11 - Aníbal se dirige para Arrécio
12 - Aníbal provoca e decide ao combate Flamínio
14 - Emboscada no lago Trasimeno
15 - Começo da batalha de Trasimeno
16 - Derrota dos romanos
17 - Resultados da derrota de Roma
19 - Quinto Fábio Máximo é nomeado ditador
20 - Após insucesso em Espoleto, Aníbal pilha o Piceno, os marsos e a Apúlia. Fábio obtém a realização de algumas cerimônias religiosas
21 - O povo promete aos deuses uma "primavera sagrada" e diversas outras vítimas. Súplicas. Lectistérnio. Promessa de templos a Vênus Ericina e a à Inteligência
23 - O ditador junta-se ao cônsul Cneu Servílio, que vai a Óstia assumir o comando da esquadra
24 - Fábio segue Aníbal, evitando o combate. Irritação de Minúcio contra essa tática
25 - Aníbal chega à Campânia
26 - Arenga indignada de Minúcio
29 - Fábio, sabendo que Aníbal quer instalar seus quartéis de inverno fora da Campânia, tenta barrar-lhe o caminho
30 - Ardil de Aníbal
31 - O cartaginês consegue escapar dos romanos
32 - Fábio o segue durante algum tempo, depois volta à Roma para cerimônias religiosas, aconselhando Minúcio à prudência
33 - Vitória naval de Cneu Cipião sobre Asdrúbal na Espanha
34 - A esquadra romana fica senhora de toda a costa; Asdrúbal se retira para a Lusitânia
35 - Êxito em terra na Espanha
36 - Públio Cipião junta-se ao irmão
38 - Impopularidade de Fábio em Roma e no exército
39 - Minúcio consegue êxito contra Aníbal, obrigado a mandar parte de suas tropas em busca de suprimentos
41 - Metílio propõe que se dê ao comandante da cavalaria poderes iguais aos do ditador
43 - O projeto apoiado somente Terência Varrão, é aprovado
43 - Fábio divide seu exército com Minúcio
44 - Minúcio trava batalha; suas tropas são desbarratadas
46 - Fábio socorre Minúcio. Aníbal recua
47 - Minúcio se recoloca, com suas tropas, sob a autoridade de Fábio
48 - O cônsul Servílio Gemínio fracassa num desembarque na África
49 - Os cônsules que sucedem a Fábio seguem sua tática. Os napolitanos oferecem ouro a Roma
50 - Solução de diversos problemas no exterior. Os cônsules julgam impossível ir a Roma para as eleições consulares
51 - Terêncio Varrão se apresenta como candidato ao consulado
52 - Varrão e Paulo Emílio são nomeados cônsules
53 - Os exércitos são aumentados. Medidas religiosas provocadas pelos prodígios
54 - Hierão envia socorro aos romanos
55 - Novo juramento militar exigido dos soldados. Palavras pretensiosas de Varrão. Prudência de Paulo Emílio
56 - Palavras de Fábio a Paulo Emílio
58 - Resposta de Paulo Emílio. Os cônsules vão acampar perto de Aníbal
59 - Êxito dos romanos. Ardil de Aníbal
60 - O ardil é descoberto
62 - Aníbal parte para a Apúlia e instala seu acampamento perto de Canas. Os romanos o perseguem (216 a.C.)
63 - Aníbal provoca os romanos. Desacordo entre os cônsules
64 - Varrão vai juntar-se, com o grosso de suas tropas, do outro lado do Áufido, ao acampamento romano menor, a fim de travar batalha
64 - Aníbal também passa o Áufido e forma seu exército
65 - As legiões fazem recuar a infantaria gaulesa e espanhola que formava saliência no centro do dispositivo cartaginês, mas são cercados pelos africanos colocados nas alas
66 - Ardil dos númidas contribui para lançar a desordem entre os romanos
67 - Paulo Emílio, embora ferido, recusa-se a fugir e é morto. Fuga dos romanos. Suas perdas
69 - O tribuno militar Semprônio Tuditano decide alguns refugiados romanos no acampamento menor a juntar-se ao do maior. De lá numerosa tropa alcança Canúsio
70 - Lentidão de Aníbal. Descrição do campo de batalha
71 - Os dois acampamentos romanos se rendem à Aníbal
72 - O jovem Públio Cornélio Cipião obriga Cecílio Metelo e alguns nobres a desistir de abandonar a Itália
73 - Varrão alcança Canúsio. Pavor em Roma
75 - Decisão do senado por proposta de Quinto Fábio Máximo
76 - Cartas de Varrão e do comandante da Sicília
77 - Prodígios. Sacrifícios humanos. O ditador Marco Júnio faz uma conscrição extraordinária de jovens e de escravos
78 - Aníbal liberta os aliados de Roma e permite que os prisioneiros romanos enviem delegados a Roma para pedir seu resgate
79 - Discurso do chefe dos delegados ao senado
81 - Discurso de Mânlio Torquato
84 - O senado nega o resgate dos prisioneiros. Defecção de aliados dos romanos
87 - Resumo do Livro 22

Livro 23 - Da batalha de Canas em 216 à vitória de Marcelo em Nola em 215 a.C.

89 - Compsa se entrega a Aníbal que marcha sobre Nápoles mas desiste de tomá-la
90 - Aníbal marcha sobre Cápua. Pacúvio Calávio
91 - Pacúvio Calávio, senhor de Cápua
92 - Corrupção de Cápua. O que impede a cidade de desertar os romanos
93 - Discurso do cônsul aos enviados de Cápua, após a batalha de Canas
94 - Os capuanos decidem passar-se para Aníbal
95 - Tratado com Aníbal. Resistência de Décio Mágio
97 - Partidário de Aníbal, o filho de Pacúvio planeja assassinar Aníbal
98 - Seu pai o dissuade
99 - Mágio, condenado por Aníbal e enviado por Cartago, consegue asilo no Egito
100 - Fábio Píctor traz de Delfos a resposta do Oráculo. Magão informa o senado cartaginês sobre os feitos de Aníbal
102 - Continuação do discurso de Magão. Réplica de Hanão
103 - Continuação do discurso de Hanão. O senado, entretando, concede a Aníbal os reforços pedidos
104 - O ditador recruta em Roma um exército de 25 mil homens. O senado de Nola consegue impedir a entrega da cidade à Aníbal (216 a.C.)
106 - Aníbal toma Nucéria. Marcelo reforça sua posição em Nola conquistando Bântio
107 - Marcelo vence Aníbal
109 - Aníbal toma Acerras e marcha sobre Casilino
111 - Aníbal fracassa, deixa a cidade bloqueada e leva o resto das tropas para os quartéis de inverno em Cápua
113 - Após longa resistência, Casilino se rende pela fome
114 - Os petelinos não conseguem nenhum socorro de Roma
115 - Roma não consegue enviar socorro aos exércitos da Sardenha e da Sicília. Nomeiam-se triúnviros para gerenciar um banco estatal
116 - Recrutamento do senado. Impedimento dos latinos
118 - O recrutamento é feito por um ditador, antigo censor
119 - O senado convoca em Roma, por ocasião das eleições, os comandantes dos exércitos. Massacre, na Gália, de Póstumio e seus homens
121 - Decide-se não enviar por enquanto exércitos à Gália. Divisão das tropas. Os sobreviventes de Canas vão para a Sicília
122 - Na Espanha, Asdrúbal, traído pelos comandantes da frota, ataca os tártaros, sublevados por eles
123 - Asdrúbal derrota os tartésios. O senado cartaginês insiste em enviá-lo à Itália
124 - Himilcão é enviado. Os dois Cipiões impedem que Asdrúbal passe para a Itália
125 - Asdrúbal é derrotado
127 - Na Itália, os cartagineses tomam Petélia, Consência e Crotona; na Sicília, Gelão, filho de Hierão, declara-se por Cartago mas morre
129 - Marcelo é nomeado cônsul, mas espalha-se o boato de que a eleição de dois cônsules plebeus desagrada os deuses e Marcelo se demite (215 a.C.)
131 - Os cartagineses enviam Magão, com grandes reforços, para a Espanha, e Asdrúbal para a Sardenha. Medidas militares em Roma
132 - Filipe da Macedônia envia embaixadores a Aníbal
133 - Os embaixadores de Filipe são apanhados na volta, juntamente com os enviados de Aníbal, pela frota romana
135 - Semprônio Graco bate o exército de Cápua
137 - Aníbal surge diante de Cumas
138 - Semprônio Graco obriga Aníbal a retroceder. Sucessos romanos entre os lucanos e os hirpinos
139 - Ante a notícia do tratado entre Filipe e Aníbal, o senado envia uma frota e um exército para as costas da Grécia
140 - Segunda embaixada de Filipe da Macedônia a Aníbal. Operações de Fábio em Cápua e Nola
141 - Mânlio derrota os sardos na Sardenha, em seguida os cartagineses
143 - Submissão da Sardenha; devastação do território cartaginês por Tito Otacílio. Bomílcar consegue enviar reforços a Aníbal
144 - Os hirpinos e os samnitas, pilhados por Marcelo, reclamavam o socorro de Aníbal
145 - À chegada de Aníbal, Marcelo retém suas tropas dentro de Nola e permite que senadores nolanos se avistem com Hanão
147 - Aníbal cerca Nola
148 - Exortações dos dois generais às tropas
149 - Aníbal, derrotado, retira-se para a Apúlia a fim de passar o inverno. Fábio devasta a região de Cápua (215 a.C.)
150 - Combate entre o cavalaria campaniano Táurea e o romano Aselo
151 - Os Cipiões pedem roupas e víveres para o exército da Espanha; o senado solicita a particulares que os forneçam a crédito
153 - Os particulares aceitam. Vitória dos Cipiões em Ilitúrgi e Intíbili
155 - Resumo do Livro 23

Livro 24 - De 214 à 213 a.C.

157 - No Brútio, os cartagineses tomam a cidade grega de Locros
158 - Os brútios, aliados dos cartagineses, tomam sozinhos Crotona, salvo a cidadela
160 - Os nobres refugiados na cidadela se retiram para Locros
161 - Na Sicília, Jerônimo, jovem sucessor de Hierão, é dominado por três de seus tutores
162 - Adronodoro e Zoipo tentam convencê-los a se pronunciar pelos cartagineses, Traso pelos romanos; mas este é implicado erroneamente num conluio contra o príncipe
164 - Aliança com Aníbal
165 - Assassinato de Jerônimo
166 - Fábio, cônsul em fim de mandato, protesta contra a eleição, pela centúria prerrogativa, de seu sobrinho, um incapaz, e de um flâmine que não pode deixar Roma
168 - Fábio e Marcelo eleitos cônsules (214 a.C.)
169 - Distribuição das províncias. Prodígios
170 - Partilha das tropas, recrutamento de marinheiros para a esquadra da Sicília
171 - Instado por Cápua, Aníbal deixa parte de suas tropas e vai com o restante para o lago Averno. Fábio se aproxima dele
172 - Jovens de Tarento oferecem a Aníbal a entrega da cidade. Fracassa diante de Putéolos e permite que Marcelo o anteceda em Nola
173 - Graco encontra Hanão perto de Benevento e promete liberdade aos escravos engajados em suas fileiras caso se conduzam bem no combate (214 a.C.)
174 - Luta incerta
175 - Vitória romana. Graco declara livres seus soldados escravos
177 - Aproximando-se Aníbal de Nola, o cônsul Marcelo marcha a seeu encontro e o derrota. Aníbal se retira para Tarento
178 - Os censores perseguem culpados e insubordinados. Adjudicatários e particulares abrem crédito ao Estado
180 - Fábio e Marcelo tomam Casilino
181 - Os romanos tomam diversas cidades no Sâmnio e na Lucânia. Em vão Aníbal se aproxima de Tarento
183 - Na Sicília, os sublevados e Adranodoro, antigo tutor do príncipe, disputam Siracusa
184 - O senado envia delegados a Adranodoro, levado a resistir por sua esposa. Finge ceder
186 - Adranodoro é nomeado pretor. Hipócrates e Epícides, lugar-tenentes de Aníbal, espalham acusações contra o senado e os nobres
187 - Adranodoro instiga uma sublevação, que é descoberta. Adranodoro é morto
188 - Sopáter denuncia a sublevação à assembléia do povo e acusa as princesas, mulheres dos conjurados, que são assassinadas
189 - Heráclia, filha de Hierão e esposa de exilado, Zoipo, é também massacrada com suas filhas
191 - Hipócrates E Epícides são nomeados pretores pelo povo, em substituição aos conjurados. Levantam os habitantes contra Roma
192 - No entanto, é decidido o entendimento com Roma
193 - Hipócrates, enviado com os desertores romanos e os amotinadores a pretexto de socorrer os leontinos, subleva-os, contra Roma e a própria Siracusa
194 - Marcelo toma Leontino. À falsa notícia de que enorme massacre sucedeu na cidade, uma coluna vinda de Siracusa se rebela contra os chefes e acolhe Hipócrates e Epícides, que fugiam
196 - Os dois pretores siracusanos têm de voltar sozinhos para Siracusa
197 - Hipócrates e Epícides senhores da cidade
198 - O exército romano diante de Siracusa
199 - Arquimedes defende Siracusa assediada
201 - Himilcão, com reforços trazidos de Cartago, retoma Agrigento e Heracléia; Marcelo, voltando a Siracusa, encontra Hipócrates
202 - Derrota de Hipócrates. Himilcão retoma Murgância
203 - Os habitantes de Hena reclamam sua liberdade ao governador Lúcio Pinário, com intenção de se passar para os cartagineses
204 - Discurso de Lúcio a seus soldados
205 - Massacre dos habitantes de Hena
207 - Marco Valério retoma Orico e Apolônia. Filipe é forçado a fugir
208 - Acontecimentos na Espanha
210 - Cneu Cipião, embora ferido, obtém diversas vitórias e retoma Sagunto
211 - Censura. Eleições. Jogos Cênicos
212 - Distribuição das províncias. Prodígios
213 - Altínio oferece ao cônsul Fábio a entrega de Arpos
214 - Tomada de Arpos (213 a.C.)
215 - Luta na cidade. A guarnição cartaginesa tem licença para partir. Os espanhóis se passam para os romanos. Incêndio em Roma
217 - Da Espanha, os Cipiões enviam a Sífax, rei dos númidas, uma embaixada de centuriões. Um deles permanece na corte para instruir a infantaria do rei
218 - Os cartagineses aliciam Gaia, outro rei da Numídia, cujo filho Masinissa derrota completamente Sífax
220 - Resumo do Livro 24

Livro 25 - Da eleição de Cipião como edil em 213 até 211 a.C.

221 - Fracasso de Tito Pompônio diante de Hanão. Medidas contra as práticas religiosas estrangeiras
222 - Eleições. O jovem Cipião, futuro Africano, é nomeado edil curul antes da idade permitida (213 a.C.)
223 - Repartição das tropas. Acusação dos tribunos contra o publicano Marco Postúmio
225 - São condenados
227 - Nomeação de um pontífice máximo. São convocados para o serviço militar os jovens de menos de dezessete anos
228 - Queixas dos veteranos de Canas a Marcelo
230 - O Senado se recusa a pôr fim a seus sofrimentos. Prodígios. Os reféns de Tarento, depois de fugir, são executados
232 - Dois jovens nobres de Tarento se entendem com Aníbal
233 - Aníbal toma Tarento, menos a cidadela
234 - Pilhagem das casas romanas
235 - Aníbal tenta tomar a cidadela, em seguida bloqueia-a por terra e mar
238 - Criação dos Jogos Apolíneos para satisfazer a uma profecia de Márcio
240 - O cônsul ataca enquanto, no acampamento de Hanão, distribui-se trigo aos campanianos
241 - Tomada do acampamento
243 - Metaponto e Túrio se passam aos cartagineses. Os cônsules resolvem atacar Cápua
245 - Tibério Graco é morto por Magão numa emboscada (212 a.C.)
247 - Discussão sobre a morte de Graco
248 - Duelo entre Crispino e Bádio
250 - Fracasso dos romanos contra Aníbal diante de Cápua. Marco Centênio é massacrado com toda a sua tropa
251 - Preparativos para o ataque a Cápua. Aníbal tenta surpreender Cneu Fúlvio
252 - Derrota de Cneu Fúlvio
253 - Três exércitos romanos bloqueiam Cápua
255 - Os romanos atacam Siracusa
257 - Tomada de Siracusa por Marcelo (212 a.C.)
259 - Tomada de Siracusa (continuação). Epidemia nos dois exércitos
261 - Bomílcar, embora chegado de Cartago com novas forças, recusa-se a dar combate naval e retira-se para Tarento
262 - Os delegados do exército siciliano aconselham aos siracusanos que se entreguem aos romanos
264 - Discurso dos embaixadores siracusanos a Marcelo. Revolta dos desertores romanos de Siracusa
265 - Mérico, prefeito espanhol de mercenários, entrega o bairro de Naso
266 - Os próprios siracusanos entregam Acradina. A cidade do é pilhada. Arquimedes é morto
268 - Na Espanha, os dois Cipiões dividem suas forças
269 - Asdrúbal Barca suborna os celtiberos do exército de Cneu Cipião, que o abandona. Cipião bate em retirada
269 - Públio Cipião é derrotado e morto
271 - Os exércitos cartagineses, fazem junção
272 - Cneu Cipião é derrotado e morto
273 - Os sobreviventes dos dois exércitos romanos escolhem como general Lúcio Márcio e fazem uma sortida vitoriosa
275 - Discurso de Márcio a seus soldados
277 - Márcio toma dois acampamentos cartagineses
279 - Marcelo transporta para Roma as obras de arte de Siracusa. Ultimas operações contra os cartagineses
281 - Marcelo bate Hanão, abandonado pelos númidas de Mutines (211 a.C.)
283 - Resumo do Livro 25

Livro 26 - Da marcha de Aníbal à Roma em 211 até a tomada de Cartagena pelos romanos em 209 a.C.

285 - Divisão das tropas e províncias
286 - Acusações de Caio Semprônio Bleso contra Cneu Fúlvio
288 - Cneu Fúlvio se exila voluntariamente
290 - Infantes alertas se mesclam à cavalaria romana
291 - Aníbal e os sitiados de Cápua atacam as linhas romanas
293 - Aníbal fracassa e se retira. Lésio, “medix tuticus” de Cápua
295 - Aníbal marcha sobre Roma e avisa os habitantes de Cápua por meio de uma carta que um númida se encarrega de levar (211 a.C.)
296 - Quinto Fúlvio parte de Cápua para defender Roma
297 - Comoção em Roma ante a aproximação de Aníbal
298 - Fúlvio chega a Roma. Aníbal às portas
300 - Tempestades impedem a batalha por duas vezes. Aníbal o santuário de Ferônia
301 - Aníbal se retira para Brútio. Desespero em Cápua
303 - Discurso de Vírrio diante do Senado de Cápua
305 - Vinte e sete senadores se envenenam com Vírrio. A cidade se rende (211 a.C.)
306 - Fúlvio, malgrado a oposição de Cláudio, manda executar os principais senadores de Cápua.
307 - Cápua se torna simples aglomerado governado por um prefeito
309 - Nero, enviado à Espanha, deixa-se ludibriar por Asdrúbal, filho de Amílcar
310 - Públio Cornélio Cipião é eleito general do exército da Espanha
311 - Caráter de Cipião. Chega a Tarragona
313 - A frota cartaginesa deixa Tarento
314 - Marcelo não obtém o triunfo, apenas a ovação. Novas operações na Sicília
316 - Mânlio Torquato recusa o consulado
317 - Eleições, jogos, prodígios
318 - Marco Levino assina um tratado com os etólios, que imediatamente atacam Filipe
320 - Operações preventivas de Filipe. Os etólios atacam a Acarnânia, mas se retiram ante a aproximação de Filipe
321 - Etólios e romanos tomam Anticira. Queixas de Cornélio e dos sicilianos contra Marcelo. Descontentamento da plebe
323 - Alguns nobres campanianos ateiam incêndio em Roma. Uma embaixada dos campanianos, que vem se queixar de Quinto Flaco, acompanha Levino a Roma
325 - Divisão das províncias e dos exércitos
326 - Ante as queixas dos sicilianos, o cônsul Marcelo renuncia a província da Sicília, que cede a seu colega (210 a.C.)
327 - Os sicilianos se queixam de Marcelo perante o Senado
328 - Marcelo responde
330 - O Senado aprova o que ele fez, prometendo velar pela prosperidade de Siracusa
331 - A plebe autoriza o Senado a decidir também a causa dos campanianos, mesmo os de cidadania romana
332 - O Senado decide pela deportação da maior parte dos campanianos
334 - A ordem dada aos particulares para fornecerem remadores às próprias custas suscita quase um motim em Roma
335 - Os senadores dão o exemplo e todos os imitam
336 - Esperanças e temores de romanos e cartagineses
337 - Salápia se entrega aos romanos e massacra a guarnição, composta de quinhentos dos melhores cavaleiros de Aníbal
339 - A frota romana é batida por navios tarentinos, mas a guarnição romana da cidadela obtém uma vitória
341 - Levino retoma Agrigento graças à traição de Mutines, e pacífica a Sicília
343 - Discurso de Cipião às tropas
345 - Cipião marcha sobre Cartagena
346 - Segundo discurso de Cipião às tropas
347 - Primeira batalha. Começa o ataque à cidade
348 - Novo ataque. Cipião faz um destacamento passar o pântano
349 - Tomada de Cartagena (209 a.C.)
350 - Discriminação dos despojos
351 - Agradecimentos de Cipião aos soldados. Rivalidade de um centurião e de um marinheiro pela coroa mural. Cipião a concede a ambos
353 - Discussão sobre o número de reféns e prisioneiros, e quantidade do material apreendido em Cartagena. Cipião diante dos reféns
355 - Devolve a Alúcio sua noiva
356 - Lélio parte a anunciar a vitória em Roma. Manobras do exército e da frota
358 - Resumo do Livro 26

Livro 27 - De 209 até a morte de Asdrúbal em 207 a.C.

359 - Aníbal retoma Herdônia
360 - Marcelo obriga-o a retirar-se para a Apúlia e o segue
362 - Sublevação em Cápua. Casos diversos
363 - Embaixada de Sífax em Roma, embaixadores romanos na África do Norte e no Egito. Prodígios
364 - Relatório do cônsul Marco Valério sobre a Sicília. Marco Valério Messala desembarca na África
366 - Proclamados cônsules Quinto Fábio Máximo e Quinto Fúlvio Flaco (209 a.C.)
368 - Caio Lélio vem anunciar a tomada de Cartagena. Divisão das províncias
370 - Um plebeu é nomeado pela primeira vez grande curião. Flaco consegue que se restabeleça o direito do flâmine de Júpiter, de ter assento no Senado
372 - Descontentes por ver deportar alguns soldados na Sicília, doze colônias recusaram a Roma homens e dinheiro
374 - Resolve-se lançar mão do ouro proveniente da vintena
375 - Eleições dos censores. Nomeiam Quinto Fábio Máximo príncipe do Senado e tomam medidas militares
377 - Marcelo, que provoca Aníbal, é vencido por ele
379 - Discurso de Marcelo a seus soldados
381 - Marcelo é vencedor em uma segunda batalha
382 - Aníbal parte para o rútio. Fábio surpreende Tarento a traição
384 - Fábio toma Tarento. Aníbal tenta em vão levá-lo a uma emboscada junto de Metaponto
386 - Na Espanha, Indíbilis e Mandônio abandonam Cartago por Roma
388 - Cipião vence Asdrúbal
390 - Cipião devolve a Masinissa seu sobrinho prisioneiro
391 - Os generais cartagineses da Espanha decidem que Asdrúbal deve passar para a Itália. Marcelo é alvo de críticas
393 - Marcelo é nomeado cônsul. Assuntos diversos
394 - Divisão das províncias
396 - Expiação dos prodígios. Decide-se celebrar todos os anos os Jogos Apolíneos
397 - Estando a Etrúria em agitação, exigem-se garantias de Arrécio
398 - Discussão a respeito de Tarento. Na Apúlia, os cônsules reúnem seus exércitos
399 - Aníbal surpreende tropas vindas de Tarento
401 - Marcelo é morto. Crispino, o outro cônsul, ferido (208 a.C.)
402 - Tentativa de Aníbal contra Salápia
404 - Marco Valério vence uma frota púnica. Filipe socorre os aqueus
405 - Sucesso de Filipe. Os etólios fazem fracassar uma tentativa de paz
407 - Filipe preside os Jogos Nemeos
409 - Filipe é rechaçado pela guarnição de Élida e volta para a Tessália
410 - Átalo e Sulpício passam Morte do cônsul Crispino. O inverno em Egina
411 - Caio Cláudio Nero e Marco Lívio são nomeados cônsules (207 a.C.)
413 - Divisão das províncias
414 - Anuncia-se que Asdrubal passará os Alpes na primavera
415 - Expiação dos prodígios
417 - Recrutamento rigoroso das tropas. Constituição dos exércitos consulares
418 - Asdrúbal na Itália
419 - Ansiedade em Roma. Caio Hostílio obtém por sucesso sobre Aníbal
421 - Quinto Cláudio inicia, na Lucânia, a luta contra Aníbal
422 - Aníbal, derrotado, parte de noite para Metaponto, depois para Canúsio (207 a.C.)
424 - Cláudio, ao saber que Asdrúbal vai ao encontro do irmão na Umbria, parte com uma fração de suas tropas para reforçar o exército de seu colega
425 - Receios em Roma, ao anúncio dessa manobra
426 - Marcha de Cláudio
427 - Cláudio Nero junta-se a Lívio. Decidem combater imediatamente
429 - Asdrúbal percebe o estratagema e tenta escapar
430 - Cláudio Nero dá a vitória aos romanos
432 - Asdrúbal é morto, seu exército quase destruído (207 a.C.)
433 - Cláudio Nero retorna a seu acampamento. A notícia da vitória chega a Roma
434 - Alegria em Roma. Aníbal retira-se para o Brútio
436 - Resumo do Livro 27

Foto de membro da equipe do site: Moacir Führ
Escrito por Moacir Führ

Moacir tem 36 anos e nasceu em Porto Alegre/RS. É graduado em História pela ULBRA (2008-12) e é o criador e mantenedor do site Apaixonados por História desde 2018.

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