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Um guia para a obra de Tito Lívio - Ab Urbe Condita Libri (Livros VI-XXI)

Artigos > Roma Antiga  |  80 visualizações  |  4122 palavras

Capa do artigo: Um guia para a obra de Tito Lívio - Ab Urbe Condita Libri (Livros VI-XXI)

Essa é a continuação dos índices completos da obra de Tito Lívio. O segundo volume da coleção trata do período logo após o saque de Roma pelos gauleses em 390 a.C. até a primeira fase da Segunda Guerra Púnica, terminando em 217 a.C.

O índice abaixo tem o seguinte formato:
Número da página do livro - Subtítulo do texto

Livro 6 - Da terceira ditadura de Marco Fúrio Camilo (389 a.C.) até a nomeação do primeiro cônsul plebeu (366 a.C.)

9 - Interregno. Criação de dias nefastos
11 - Vitória de Camilo sobre os volscos e os équos (389 a.C.)
14 - Guerra com os équos. Tomada de Cortuosa e Contenebra
16 - Interregno
16 - Prestígio de Camilo entre seus pares
19 - Exortação de Camilo aos soldados
20 - Vitória sobre os anciates. Tomada de Sátrico
21 - Libertação de Sútrio
22 - Retomada de Nepete aos etruscos
23 - Projetos sediciosos de Marco Mânlio Capitolino (385 a.C.)
25 - Discurso de Aulo Cornélio Cosso
26 - Vitória dos romanos sobre os volscos
27 - Revolta de Marco Mânlio contra os patrícios
29 - Debate entre Aulo Cornélio e Marco Mânlio
31 - Prisão de Marco Mânlio. Descontentamento da plebe
32 - Libertação de Marco Mânlio
33 - Discurso de Marco Mânlio à plebe (384 a.C.)
35 - Reação do Senado
36 - Condenação e suplício de Marco Mânlio
38 - Preparativos de guerra (383 a.C.)
40 - Guerra com os volscos sob o comando de Camilo
41 - Imprudência de Lúcio Fúrio
43 - Fracasso de Lúcio Fúrio. Vitória de Camilo
44 - Reação pacifica dos tusculanos
46 - Entendjmentos entre Túsculo e Roma
47 - Sedição da plebe por motivo de dívidas
48 - Ameaça dos prenestinos (380 a.C.)
50 - Captura de nove cidades por Tito Qüíncio
51 - Fracasso dos Minlios. Coragem dos soldados (379 a.C.)
52 - Devastação do território dos volscos (378 a.C.)
53 - Vitória sobre latinos e vo1scos (377 a.C.)
54 - Guerra com os latinos. Retomada de Túsculo
56 - Projetos de Marco Fábio Ambusto em favor da plebe
58 - Oposição de Séxtio e Licínio à nomeação de magistrados curuis (375 a.C.)
59 - Auxílio aos tusculanos contra os veliternos. Lutas entre patrícios e plebeus: problema das dívidas
60 - Lutas entre patrícios e plebeus: demanda do consulado
62 - Continuação das lutas entre patrícios e plebeus: intervenção de Camilo (368 a.C.)
64 - Nomeação do plebeu Caio Licínio para comandante da cavalaria
66 - Discurso de Ápio Cláudio Crasso
68 - Discurso de Ápio Cláudio Crasso (Continuação)
70 - Vitória da plebe. Nomeação do cônsul plebeu Lúcio Séxtio (366 a.C.)
72 - Resumo do Livro 6

Livro 7 - Da morte de Camilo (365 a.C.) até a revolta da guarnição de Cápua (342 a.C.)

73 - Morte de Camilo (365 a.C.)
74 - Origem do teatro. A fábula atelana
76 - Ditadura de Lúcio Mânlio Imperioso (363 a.C.)
78 - Citação de Lúcio Mânlio em juízo (362 a.C.)
79 - Amor filial de Tito Mânlio
80 - Sacrifício de Marco Cúrcio. Derrota do cônsul plebeu
82 - Guerra com os hémicos
83 - Vitória dos romanos
84 - Guerra com os gauleses (361 a.C.)
85 - Vitória de Tito Mânlio
87 - Vitória dos romanos na guerra com os gauleses, os tiburtos e os hérnicos (360 a.C.)
88 - Ataque dos tiburtos. Guerra com os tarquinienes e com os gauleses (359 a.C.)
90 - Discurso de Séxtio Túlio
92 - Estratégia de Caio Sulpício
93 - Derrota dos gauleses. Novas guerras: vitórias e fracassos
95 - Triunfo sobre os privernates (357 a.C.)
96 - Guerras com os tiburtos, os faliscos e os tarquinienses. Vitória do ditador plebeu Caio Márcio Rútilo (356 a.C.)
98 - Revolta da plebe contra a nomeação de dois cônsules patrícios (355 a.C.)
99 - Massacre dos tarquinienses. Declaração de guerra aos cerites
101 - Trégua de cem anos com a cidade de Cere
102 - Solução do problema das dívidas
103 - Trégua com os faliscos e tarquinienses. Censura plebéia (353 a.C.)
105 - Guerra contra os gauleses (350 a.C.)
106 - Vitória do cônsul plebeu sobre os gauleses
107 - Incursões de gregos e gauleses (349 a.C.)
109 - Vitória dos romanos sobre os gauleses. Expulsão dos gregos
111 - Campanha contra os volscos. Vitória dos romanos (347 a.C.)
112 - Guerra contra os auruncos. Prodígio em Roma (345 a.C.)
114 - Novos inimigos dos romanos
115 - Discurso dos embaixadores da Campânia
117 - Decisão do Senado
119 - Fala do cônsul Valério a seus soldados
120 - Vitória dos romanos sobre os samnitas
122 - Imprudência do cônsul Comélio. Tática do cônsul Públio Décio
124 - Plano de Públio Décio
125 - Massacre dos samnitas
127 - Terceira vitória dos romanos sobre os samnitas
129 - Conspiração dos soldados romanos (342 a.C.)
130 - Revolta dos soldados romanos
132 - Discurso de Marco Valério Corvo. Resposta de Tito Quíncio (342 a.C.)
135 - Pacificação dos soldados rebeldes
136 - Controvérsias
137 - Resumo do Livro 7

Livro 8 - Do início da Primeira Guerra Samnita (341 a.C.) até a ditadura de Aulo Cornélio (322 a.C.)

139 - Vitória sobre os privernates (341 a.C.)
140 - Tratado de paz com os samnitas
141 - Conspiração dos latinos e campânios
143 - Discurso de Lúcio Ânio na assembléia dos latinos
144 - Discurso de Lúcio Ânio no Senado romano. Resposta de Tito Mânlio
146 - Mobilização do exército romano contra os latinos
147 - Execução do filho de Tito Mânlio (340 a.C.)
150 - Organização do Exército romano
152 - Sacrifício do cônsul Públio Décio Mure
154 - Tática de Tito Mânlio. Derrota dos latinos
156 - Novo combate com os latinos. Vitória do cônsul Tito Mânlio Torquato
158 - Nova derrota dos latinos. Ditadura de Quinto Públio Filo. Leis favoráveis à plebe (339 a.C.)
159 - Submissão do Lácio. Discurso de Lúcio Fúrio Camilo
161 - Decisão do Senado romano sobre as cidades do Lácio
163 - Condenação da vestal Minúcia. Nomeação do primeiro pretor plebeu (337 a.C.)
164 - Campanha contra os sidicinos. Triunfo de Marco Valério Corvo (335 a.C.)
165 - Rumores de guerra. Interregno de cinco anos
166 - Envenenamento em Roma (331 a.C.)
168 - Vitória dos romanos contra os fundanos (330 a.C.)
169 - Vitória sobre os privernates. Execução de Vitrúvio Vaco
171 - Decisão do Senado romano em favor dos privernates
172 - Declaração de guerra aos palepolitanos (328 a.C.)
173 - Ameaças dos samnitas
175 - Morte de Alexandre, rei do Epiro
177 - Estratégia dos chefes palepolitanos Carilau e Nínfio
179 - Fim da campanha contra os palepolitanos
180 - Estratagema dos jovens lucanos
181 - Supressão da escravidão por dívidas
182 - Guerra contra os vestinos. Vitória dos romanos
183 - Vitória contra os samnitas. Desavenças entre os chefes romanos
185 - Discurso de Quinto Fábio a seus soldados
186 - Acusações de Papírio Cursor a Quinto Fábio. Defesa dos soldados
188 - Defesa de Quinto Fábio por seu pai (325 a.C.)
190 - Discurso de Lúcio Papírio Cursor
191 - Intervenção do povo. Absolvição de Quinto Fábio
193 - Reação do exército. Tática de Lúcio Papírio (324 a.C.)
194 - Guerra com os samnitas e ápulos. Julgamento dos tusculanos (323 a.C.)
196 - Combate contra os samnitas. Equilíbrio de forças (322 a.C.)
198 - Vitória dos romanos
199 - Divergência entre os textos
201 - Resumo do Livro 8

Livro 9 - Da Paz Caudina (321 a.C.) até o fim da Segunda Guerra Samnita (304 a.C.)

203 - Discurso de Caio Pôncio aos samnitas
204 - Cilada dos samnitas contra os romanos
206 - Desespero dos romanos. Conselhos de Herênio Pôncio aos samnitas
207 - Condições humilhantes impostas aos romanos pelos samnitas
209 - Rendição dos romanos
211 - Passagem dos romanos sob o jugo dos samnitas. Acolhida dos campânios
212 - Discurso de Ofílio Calávio. Reação de Roma (321 a.C.)
214 - Discurso de Espúrio Postúmio no Senado
215 - Réplica de Espúrio Postúmio
218 - Organização de um exército de voluntários. Entrega dos responsáveis aos samnitas
219 - Recusa de Caio Pôncio
220 - Estratagema dos samnitas contra os fregelanos
221 - Derrota dos samnitas. Cerco de Lucéria
223 - Intervenção dos tarentinos. Destruição do acampamento samnita
225 - Rendição dos samnitas (320 a.C.)
226 - Massacre da guarnição samnita. Retrato de Papírio Cursor
228 - Digressão sobre as possibilidades de Alexandre, o Grande, na Itália
230 - Paralelo entre Alexandre e os generais romanos
232 - Comparação entre as tropas romanas e as de Alexandre
234 - Trégua com os samnitas. Rendição da Apúlia (318 a.C.)
235 - Rompimento da trégua com os samnitas (316 a.C.)
236 - Morte do comandante da cavalaria romana e do general samnita
237 - Derrota dos samnitas
239 - Tomada de Sora (314 a.C.)
241 - Destruição da Ausônia
242 - Abertura de inquéritos em Roma contra manobras políticas. Vitória do ditador Caio Mênio
244 - Derrota dos samnitas
246 - Reconquista de Nota. Fundação de novas colônias (313 a.C.)
247 - A censura de Ápio Cláudio (312 a.C.)
248 - Novas concessões ao povo. Greve dos tocadores de flauta (311 a.C.)
249 - Tomada de Boviano e Cluviano. Emboscada dos samnitas. Vitória dos romanos
251 - Guerra com os etruscos. Vitória dos romanos
252 - Recusa de Ápio Cláudio em deixar o cargo de censor após o término do mandato (310 a.C.)
253 - Discurso do tribuno Públio Semprônio contra Ápio Cláudio
256 - Vitória dos romanos contra os etruscos
257 - Vitória do cônsul Quinto Fábio contra os etruscos
259 - Nova vitória dos romanos sobre os etruscos e os umbros. Concessão de uma trégua de trinta anos
261 - Ditadura de Lúcio Papírio Cursor
263 - Destruição do exército etrusco no lago Vadimão
264 - Duas importantes vitórias sobre os samnitas e os etruscos
266 - Sublevação dos umbros. Vitória dos romanos
268 - Vitória sobre os samnitas. Reação dos hémicos (307 a.C.)
269 - Dupla vitória dos romanos sobre os hérnicos e os samnitas
272 - Massacre dos samnitas. Tomada de Boviano (306 a.C.)
274 - Aliança de paz com os samnitas. Derrota dos équos (304 a.C.)
276 - Edilidade curul de Cneu Flávio, filho de liberto. Criação das quatro tribos urbanas
278 - Resumo do Livro 9

Livro 10 - Do fim da Segunda Guerra Samnita (304 a.C.) até a epidemia de 292 a.C.

281 - Expedição contra salteadores na Úmbria (303 a.C.)
282 - A esquadra grega do espartano Cleônimo invade a Itália (302 a.C.)
284 - Campanha contra os équos e etruscos (301 a.C.)
285 - Ardil dos etruscos
287 - Marco Valério vence os etruscos e concilia as dissenções de Arrécio
288 - Os tribunos Quinto e Cneu Ogúlnio propõem uma lei permitindo aos plebeus o acesso aos sacerdócios (300 a.C.)
290 - Discurso de Décio Mure
291 - Fim do discurso de Décio Mure
293 - Votação da lei. Nova lei Valéria sobre apelação ao povo. Campanha contra os équos e na úmbria. Criação das tribos Aniense e Terentina (299 a.C.)
294 - Tomada de Nequino. Os etruscos tentam levar os gauleses a marchar com eles contra Roma. Tratado com os picentinos
295 - Morte do cônsul Tito Mânlio, é substituído por Marco Valério. Os lucanos pedem socorro contra os samnitas (299 a.C.)
297 - Cipião devasta a Etrúria e o território falisco. Cneu Fúlvio vence os samnitas
298 - Ameaça de guerra com os etruscos e os samnitas. Quinto Fábio Máximo e Públio Décio Mure são nomeados cônsules
300 - Quinto Fábio Máximo vence os samnitas em Tiferno (297 a.C.)
302 - Décio, vencedor dos ápulos, vem juntar-se a Fábio e ambos devastam o Sâmnio. Lúcio Volúmnio nomeado cônsul com Ápio Cláudio (296 a.C.)
303 - Décio expulsa o exército samnita de seu próprio país. Perseguido, se refugia na Etrúria e tenta arrastá-la contra Roma
304 - Públio Décio toma as cidades samnitas de Murgância, Romúlea e Ferentino
305 - O samnita Gélio Egnácio subleva a Etrúria. Ápio Cláudio, mal-sucedido em suas operações, é alcançado por seu colega Volúmnio
307 - O exército retém Volúmnio. Os inimigos são vencidos
309 - Volúmnio vence uma coluna samnita que acaba de pilhar a Campânia
311 - Fundação das colônias de Minturas e Sinuessa. Ameaça de guerra na Etrúria
313 - Quinto Fábio e Públio Décio são nomeados cônsules. Volúmnio, procônsul e Ápio Cláudio, pretor (295 a.C.)
314 - A patrícia Virgínia, mulher do cônsul plebeu Volúmnio, institui o culto do Pudor plebeu
315 - A província da Etrúria é atribuída de ofício a Fábio, apesar dos protestos de Décio
317 - Fábio chega, com novo exército, ao acampamento do pretor Apio, que volta a Roma
319 - Fábio torna a partir para a Etrúria com seu coléga Décio. Uma legião romana é destruída em Clúsio
321 - Fábio e Décio encontram o exército coligado dos samnitas, etruscos, gauleses e umbros perto de Santino
322 - Trava-se batalha. A ala comandada por Décio foge diante dos gauleses e o cônsul se sacrifica pelo exército
324 - Vitória dos romanos
326 - Outras vitórias na Etrúria e no Sâmnio
327 - Novas vitórias na Etrúria e no Sâmnio. Prodígios. Construção de um templo de Vênus
328 - Os samnitas atacam o acampamento do cônsul Atílio no Simnio
329 - O cônsul Lúcio Postúmio junta-se a seu colega Marco Atilio Régulo (294 a.C.)
331 - Postúmio toma Miliônia, depois entra em Feritro, abandonada por seus habitantes
332 - Marchando sobre Lucéria, Atílio trava com os samnitas batalha indecisa
334 - Vitória dos romanos num segundo encontro
337 - Êxito de Postúmio na Etrúria. Volsínios, Perúsia e Arrécio obtêm trégua por quarenta anos. Postúmio triunfa
339 - Os samnitas organizam novo exército e fazem seus principais membros prestarem juramento terrível
341 - Os cônsules Carvílio e Papírio chegam um a Comínio e o outro a Aquilônia. Discurso de Papírio a seus soldados (293 a.C.)
342 - Preparativos de batalha em Aquilônia
344 - Vitória dos romanos
346 - Tomada de Aquilônia (293 a.C.)
347 - Carvílio toma Comínio
348 - Aquilônia e Comínio são incendiadas
349 - Carvílio passa à Etrúria para combater uma revolta dos etruscos e dos faliscos. Papírio toma Sepino
351 - Papírio celebra seu triunfo. Carvílio toma Troílio, depois vai também triunfar em Roma
353 - Recenseamento. Eleições consulares. Epidemia (292 a.C.)
355 - Resumo do Livro 10

Resumos dos livros perdidos - De 292 a.C. até 222 a.C.

357 - Livro 11
358 - Livro 12
358 - Livro 13
359 - Livro 14
359 - Livro 15
360 - Livro 16
360 - Livro 17
361 - Livro 18
361 - Livro 19
362 - Livro 20

Livro 21 - Da expansão cartaginesa na Espanha (236 a.C.) até o segundo consulado de Caio Flamínio (217 a.C.)

365 - Importância da segunda guerra púnica
366 - Política de Amílcar, depois de Asdrúbal na África e na Espanha (236 a.C.)
367 - Chamado por Asdrúbal, o jovem Aníbal vai reunir-se a ele na Espanha
368 - Retrato de Aníbal
369 - Aníbal, nomeado general, submete todo o país além do Ebro, com exceção de Sagunto (c.221 a.C.)
371 - Os saguntinos pedem socorro a Roma. Aníbal ataca Sagunto
371 - Ataque a Sagunto. Aníbal é ferido (219 a.C.)
372 - Continua o ataque a Sagunto
373 - Aníbal nega-se a receber a embaixada romana
374 - A embaixada romana vai a Cartago, onde Hanão propõe dar-lhe satisfações
376 - Os pedidos da embaixada são rejeitados. Parte de Sagunto cai em poder de Aníbal
377 - Tomada de parte da cidadela. O saguntino Alcão e o espanhol Alorco tentam obter a paz
378 - Discurso de Alorco
379 - Aníbal toma Sagunto
380 - Discussão sobre a data da tomada de Sagunto
381 - Inquietação em Roma
381 - Preparativos de guerra: o cônsul Semprônio é enviado à Sicília. Cornélio recebe como província a Espanha
382 - Roma declara guerra a Cartago (218 a.C.)
384 - Os embaixadores romanos tentam em vão atrair as cidades espanholas para a aliança com Roma
385 - Os embaixadores fracassam igualmente na Gália
386 - Aníbal dá licença a seus soldados espanhóis. Na primavera, envia tropas espanholas à África em troca de reforços africanos
387 - Aníbal deixa na Espanha seu irmão Asdrúbal com um exército
388 - Aníbal atravessa o Ebro, depois os Pireneus, onde deixa Hanão com 10.000 homens
389 - Aníbal obtêm de chefes gauleses passagem livre por suas terras
390 - Na Gália cisalpina, os boios se revoltam e sitiam Módena. O pretor Lúcio Mânlio cai numa emboscada
391 - Públio Cornélio fica sabendo que Aníbal se prepara para atravessar o Ródano
392 - Hanão transpõe o Ródano a montante para atacar pelas costas os volscos instalados na margem esquerda
393 - Passagem do Ródano
395 - Combate de cavalaria com os romanos
396 - Discurso de Aníbal a seus soldados
397 - Aníbal sobe o Ródano até a confluência do Ísara, obtém o apoio dos alóbrogos, depois se dirige para os Alpes
398 - Públio Comélio volta por mar a Gênova. Aníbal chega aos Alpes
399 - Primeiro ataque dos montanheses
401 - Montanheses lançam Aníbal numa emboscada
402 - Os cartagineses chegam ao cume dos Alpes e começam a descer
403 - O exército chega a um rochedo a pique que tenta em vão contornar
404 - Abre-se um caminho no rochedo e chega-se à planície
404 - Discussão sobre o efetivo das tropas de Aníbal e sobre o ponto por onde passou os Alpes
405 - Aníbal chega ao território dos taurinos. À margem do Ticino, o exército de Cipião aparece à sua frente
406 - Discurso de Cornélio a seus soldados
408 - Discurso de Cornélio a seus soldados (continuação)
409 - Aníbal exibe a suas tropas combates singulares entre prisioneiros gauleses
410 - Discurso de Aníbal a seus soldados
412 - Fim do discurso de Aníbal
413 - Cipião atravessa o Ticino. Últimas promessas de Aníbal a seus soldados
413 - Cipião é ferido (218 a.C.)
415 - Os romanos se retiram para Placência
416 - Dásio de Brindes entrega Clastídio a Aníbal
417 - Operações marítimas na Sicília
418 - Vitória naval dos romanos. Encontro do rei Hierão e do cônsul Semprônio
420 - Depois de ocupar Malta, o cônsul Semprônio reúne-se a seu colega no Trébia
420 - Os romanos obtêm uma vitória
422 - Apesar dos conselhos de Cornéllo Cipião, Semprônio decide travar batalha
423 - Depois de colocar Magão de emboscada, Aníbal provoca os romanos para o combate
424 - Começo da batalha do Trébia (218 a.C.)
425 - O exército romano vencido retira-se para Placência e Cremona
426 - Aníbal toma Victumula
428 - Anibal tenta deslocar-se para a Etrúria, mas é detido nos Apeninos por uma tempestade
429 - Batalha indecisa diante de Placência
430 - Na Espanha, Cneu Cipião derrota e aprisiona Hanão
431 - Campanha contra Asdrúbal. Os ausetanos são subjugados
432 - Prodigios e cerimônias expiatórias
433 - O cônsul Flamínio entra em exercício em Arímino, onde recebe o exército de Semprônio (217 a.C.)
436 - Resumo do Livro 21

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Artigo publicado em 08/05/2021.



Foto de membro da equipe do site: Moacir Führ

Escrito por

Moacir Führ

Moacir tem 34 anos e nasceu em Porto Alegre/RS. É graduado em História pela ULBRA (2008-12) e é o criador e mantenedor do site Apaixonados por História desde 2018.

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