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Reforma Agrária no Brasil Colônia

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Capa do livro Reforma Agrária no Brasil Colônia, de Leopoldo Jobim
Informações técnicas

Autor: Leopoldo Jobim
Coleção: Tudo é História
Páginas: 81
Editora: Brasiliense
Ano da edição: 1983
Idioma: Português

Sinopse

Este livro pretende ser uma contribuição ao estudo do pensamento político no Brasil, analisando as manifestações do reformismo iluminista na Colônia através de alguns projetos de reforma agrária.

Tentaremos inicialmente averiguar em que medida as propostas de reforma são fruto da época. As ideias que as fundamentam representam uma opção ideológica concreta: queremos saber qual é. Em terceiro lugar, queremos indagar se essa opção é compatível com o sistema colonial ou se representa uma proposta de ruptura e de redimensionamento do projeto brasileiro. Para essa finalidade, propomo-nos a estudar os problemas apontados, as soluções preconizadas e a intenção manifesta ou implícita dos autores dos projetos. As dimensões deste trabalho obrigam, para evitar uma abordagem superficial, a escolha de algumas poucas linhas de pesquisa e de interpretação, mesmo correndo-se o risco de traduzir imperfeitamente uma realidade tão abrangente. Assim, deixou-se de lado o problema do escravismo, elemento importantíssimo da realidade colonial.

Este trabalho é pois um esforço no sentido de chegar à melhor compreensão de um momento do pensamento político brasileiro; quer analisar a cultura política no final do século XVIII, no Brasil, relacionando-a com a política europeia da época, e inserir nesse espaço as propostas de reforma agrária do Padre João Daniel (em torno de 1770), José Arouche Toledo Rendon (1788), Luís dos Santos Vilhena (1798 a 1802) e José Antonio Gonçalves Chaves (1817).

Leopoldo Jobim

Leopoldo Jobim é bacharel em Direito pela ex-Faculdade do Catete, no Rio e mestre em História pela PUC-RS. Está cursando o doutoramento da USP, onde prepara tese sobre “A Academia das Ciências e o Iluminismo Luso-Brasileiro*’. Sua dissertação também foi sobre pensamento político no período colonial. Durante o tempo que morou em Porto Alegre foi diretor do Arquivo Histórico do Estado e do Instituto Estadual do Livro. Ai começou sua carreira de professor universitário; lecionou Cultura Brasileira na Unisinos e História na PUC. Atualmente trabalha na Secretaria de Cultura do MEC, em Brasília.

Análise do livro

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