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Memórias secretas de Carlota Joaquina

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Capa do livro Memórias secretas de Carlota Joaquina, de D. José Presas
Informações técnicas

Autor: D. José Presas
Coleção: Edições do Senado Federal
Páginas: 220
Editora: Senado Federal
Primeira publicação: 1830
Ano da edição: 2010
Idioma: Português

Sinopse

Estas memórias, escritas pelo ex-secretário particular de Carlota Joaquina, o espanhol José Presas, expõem as correspondências da esposa de D. João VI, sua vida privada, suas ambições políticas e outras de caráter íntimo. Publicado pela primeira vez em Bordeaux, em 1830, na casa impressora Carlos Lawalle, o volume ainda apresenta outros documentos. Acredita-se que a obra tenha sido escrita com intuitos escusos pelo ex-secretário. Seja como for, o livro serviu de fonte a inúmeros historiadores. Nele estão as correspondências de Carlota Joaquina para autoridades espanholas e a trama para se apossar da coroa do Prata, em detrimento dos interesses de seu próprio irmão, o rei Fernando VII, da Espanha. E, mais tarde, a aspiração de Carlota ao trono espanhol. O volume, cheio de intriga, malícia e revelações palacianas, “é um dos livros mais pitorescos e mais ricamente informativos que se escreveram sobre o período regencial do Brasil”, na opinião de Raimundo Magalhães Junior. Também revela o caráter político e humano de uma das mais controversas personalidades da história do Brasil e de Portugal. 

Fonte primária
José Presas

José Presas y Marull (-1842) foi um escritor catalão. Viveu no Brasil sob a regência do príncipe D. João, futuro D. João VI de Portugal, sendo secretário de sua esposa, a futura rainha Carlota Joaquina. Mais tarde, em 1830, publicou em Bordeaux as Memorias secretas de la princesa del Brasil, actual reina (sic) de Portugal, la señora doña Carlota Joaquina de Borbón, escritas por su antiguo secretario José Presas, reeditadas em Montevidéu em 1838. Note-se que nessa época Carlota Joaquina era rainha-mãe, e não rainha propriamente dita, de Portugal. Nessas memórias, Presas registrava essencialmente os passos que a esposa do príncipe regente dera, quando no Brasil, a partir de 1808, com o intuito de tornar-se rainha da Espanha ou dos domínios espanhóis na América, uma vez que seu irmão, Fernando VII, fora obrigado por Napoleão a abdicar e estava aprisionado pelos franceses. Essas tentativas não contavam, de modo geral, com o apoio de seu marido, o príncipe regente, e exigiam dela intrigas junto a vários atores políticos, como por exemplo o comandante da Marinha inglesa no Atlântico Sul.

Análise do livro

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