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Cultura e opulência do Brasil por suas drogas e minas

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Capa do livro Cultura e opulência do Brasil por suas drogas e minas, de André João Antonil
Informações técnicas

Autor: André João Antonil
Coleção: Edições do Senado Federal
Páginas: 282
Editora: Senado Federal
Primeira publicação: 1711
Ano da edição: 2011
Idioma: Português

Sinopse

Inúmeros críticos classificam Cultura e opulência do Brasil como “a primeira história econômica do Brasil”. De fato, Antonil mostra como funcionavam os engenhos de açúcar, a vida dos colonizadores, o cultivo e o tratamento do tabaco, seu fabrico e até o modo de usar, além de explanar sobre as descobertas do ouro em Minas Gerais. Conclui o autor com uma exposição sobre a criação de gado nos campos do Brasil. Prefaciada por Afonso d’Escragnolle Taunay, este volume apresenta ainda vocábulos e expressões usados por Antonil e registrados por A. P. Canabrava. Publicado em 1711, o livro de Antonil provocou a censura do rei, receoso de que outros povos viessem a cobiçar as riquezas da América lusitana. A obra, que ficou quase desaparecida e passou dois séculos com a pouco esclarecedora rubrica “Um Anônimo Toscano”, teve sua autoria enfim estabelecida por Capistrano de Abreu. A leitura de Cultura e opulência do Brasil é fundamental para compreender a vida econômica na colônia portuguesa na América.

Fonte primária
André João Antonil

Giovanni Antônio Andreoni ou João Antônio Andreoni, que adotou o nome André João Antonil (1649-1716) foi um jesuíta italiano. Formou-se em Direito Civil pela Universidade de Perúgia depois de ali estudar três anos. Aos dezoito anos, em maio de 1667, ingressou na Companhia de Jesus, em Roma, vindo a lecionar ali no seminário jesuíta. O Padre Antônio Vieira admirou-o muito e fez com que viesse para o Brasil em 1681. Chegou a Salvador, na Capitania da Bahia, em 1681, nunca mais tendo deixado a cidade, onde veio a falecer, em 1716. Aqui exerceu o cargo de Reitor do Colégio por duas vezes, tendo sido o Provincial de 1705 a 1709. Fez breves visitas à Capitania de Pernambuco e à do Rio de Janeiro. Observador atento, notadamente da economia, escreveu com profundidade e erudição sobre a realidade econômica da Colônia, notadamente a produção de açúcar, de tabaco, sobre a criação de gado e a mineração, embora sobre esta última baseado apenas em informações de terceiros. Além de apresentar dados sobre a produção, descreveu ainda as técnicas produtivas então utilizadas, comentando as condições de trabalho, sociais e políticas.

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